A (re)definição da comunicação de imagem

HUAWEI P30PRO

Nos tempos que correm ter um telemóvel já não é negociável. O Huawei P30 Pro foi lançado recentemente, trazendo inovações para a comunicação de imagem. Com base nisso fomos tentar compreender as entrelinhas da importância da imagem e da comunicação, numa surpreendente viagem no tempo.

Quando fiz 18 anos a minha mãe ofereceu-me a sua colecção de postais, foi das melhores coisas que recebi na vida, mesmo quando tudo o que mais queria era um telemóvel com câmara fotográfica. A colecção conta com milhares de postais, perdia horas a olhar para as imagens, desde fotografias das linhas de praia do sul de Espanha a edições de coleccionador com paisagens pintadas a óleo sobre tela, há postais para todos os gostos e eles sempre foram uma fonte de inspiração. No ano passado, enquanto arrumava novas aquisições à colecção, deixei cair um no chão, o lado da imagem ficou virado para baixo, o lado que ficou virado para cima exibiu uma mensagem curta mas profunda, curiosamente relacionada com a imagem do postal, um postal de amor, diria eu; não sei mais nada sobre a história deles, não sei quem eram, não sei se se voltaram a ver, mas sei que aquela mensagem curta, semelhante aos 280 caracteres usados no Twitter, escrita naquele postal com uma imagem caricata, fez-me pensar que, apesar de todas as inovações, do email ao Whatsapp, do telefone fixo ao Huawei P30, nós somos comunicativos e nem sempre as palavras chegam para comunicarmos o que queremos.

Do pergaminho ao SMS

Cerca de quatro mil anos separam uma coisa da outra, o pergaminho foi um dos primeiros suportes de escrita e um dos mais usados, surgiu na Ásia Menor (actual Turquia) 2500 anos antes de cristo. O SMS surgiu em dezembro de 1992, pelas mãos do programador britânico Neil Popworth e dizia “Happy Christmas”. Ambos revolucionários e ambos ainda usados. Os suportes de escrita são peças chave para a nossa comunicação e desenvolvimento. Hoje o SMS já não é o método mais utilizado para comunicarmos de forma imediata, foi substituído pelas mensagens de chat, em aplicações como o Facebook Mensenger ou o poderoso Whatsapp, onde já trocamos mensagens em todo o tipo de formatos, das palavras, aos gifs, dos vídeos aos audios, a comunicação está mais fluída e orgânica, e é isso que se espera da evolução da linguagem e da comunicação interpessoal.

De Rembrandt a Kylie Jenner

Se lhe dissesse que a primeira selfie tinha sido tirada por alguém com o apelido Jenner ou Kardashian, certamente acreditaria. A verdade é que a primeira selfie foi tirada há 180 anos por Robert Cornelius, pouco tempo depois de ter sido tirada a primeira fotografia de que há registo. Por muito incrível que possa parecer, a nossa necessidade de nos auto-retratarmos, não surgiu com as câmaras frontais dos smartphones. Segundo alguns historiadores, o primeiro auto-retrato deve ter sido feito no período antes de Cristo, mas há poucas evidências que o comprovam, conteúdo é inequívoco afirmar que foi com o Renascimento, no século XIV, que este tipo de representação ganhou fama. Da Vinci não escapou à tendência, e foi dos primeiros a imortalizar as suas feições, mas nada se compara com a obsessão de Rembrandt, o pintor holandês, chegou a fazer cerca de uma centena de auto-retratos ao longo da vida, narrando, de forma figurativa, a sua biografia, naquilo que pode ser um interessante ensaio sobre o Eu, ou uma semelhança ao que actualmente fazemos nos nossos feeds de Instagram organizados de forma cronológica com várias selfies em diferentes momentos da vida. A Kylie Jenner pode ter milhões de seguidores, mas não é pioneira e a sua semelhança a Rembrant acaba por ser, no mínimo, caricata.

A selfie já é considerada uma expressão cultural e artística contemporânea, prova disso é a Galeria Saachi, em Londres, ter tido uma exposição dedicada às selfies mais icónicas de sempre, Kim Kardashian, Tom Cruise e um macaco foram algumas das estrelas da colecção, alinhados com auto-retratos de Van Gogh e Frida Kahlo. Numa parceria com a Huawei, a galeria quis provar que, embora antigamente os auto-retratos estivessem só ao alcance das mãos mais habilidosas, hoje em dia, com o suporte tecnológico e com o hardware que a Huawei disponibiliza, um bom auto-retrato está ao alcance de qualquer um, até de um macaco.

Não precisamos de ir ao Louvre para compreendermos a importância do auto-retrato, nem a importância de retratarmos a beleza de vários momentos que experienciamos ou sítios por onde passamos ou a trivialidade de um rasto de destruição deixado pelo cachorro que acabámos de adoptar. Independentemente da época, da tecnologia ou do equipamento, vamos sempre querer retratar o que somos e o que vemos.

Do PBX ao P30 Pro

Traduzido à letra, Huawei, significa pouco ou nada, mas depois de uma pesquisa mais alargada sobre linguística encontrei uma definição para Huawei que enche as medidas: Conquistar de forma magnífica. E eles sabem levar o nome à risca, não há dúvida. Surgiram em 1987 e começaram por produzir PBX, só em 2003 é que se dedicaram à produção de aparelhos mobile, com o modelo C300, ainda sem ecrã a cores, isso só em 2005 com o modelo U626, que já trazia câmara e ligação 3G. Em 2010 introduziram o Android no sistema operativo, com o Huawei Ascend. Foi por volta desta altura que tive o meu primeiro Huawei, era acessível e era promissor, e na altura não se exigia de um telemóvel tanto quanto se exige agora. Em 2018 chegou o P20 Pro, e foi considerado por muitos especialistas o melhor telemóvel do mundo, um ano depois foi ultrapassado.

Não foi a minha primeira vez em Paris, mas foi a minha primeira vez num evento de tecnologia, a minha excitação deve ter passado bem despercebida no meio dos milhares de pessoas que perfilavam a sala. 14h, nem mais um minuto, nem menos um minuto, porque isto de ser uma empresa chinesa tem muito que se lhe diga e uma exactidão que, curiosamente, só se compara a um relógio suíço. Foi durante aquela apresentação que concluí que a Huawei é mais do que uma fabricante de telemóveis, num espectáculo bem orquestrado e desenhado para deitar por terra tudo o que o que já havia sido feito pela concorrência, percebi que eles chegam onde mais ninguém chegou, conquistam o que mais ninguém conquistou e, sem truques, dão-nos a conhecer o único telemóvel que tirou o P20 Pro do pedestal – O P30 Pro. É um golpe que, no fundo, só faz jus ao nome.

Do zoom periscópio à inteligência artificial

Parece um nome de um episódio de uma série de ficção cientifica e, por muito assustador que possa parecer, a inteligência artificial (AI) está a trazer enormes avanços para a forma como comunicamos e não só.  A Huawei acredita que a tecnologia deve melhorar a vida das pessoas, a inteligência é e deve ser apenas um empurrãozinho naquilo que é humanamente possível. Há cerca de 32 milhões de crianças surdas no mundo, para elas, aprender a ler é mais desafiante do que para quem não sofre desta deficiência, por isso, a Huawei, desenvolveu a inovadora aplicação StorySign, capaz de ler livros infantis em linguagem gestual em tempo real, permitindo que as crianças aprendam mais rápida e facilmente a ler e a acompanhar os seus colegas, e permite também aos pais e familiares comunicarem melhor com elas, criando laços para a vida. Esta aplicação está disponível gratuitamente para qualquer  equipamento com sistema operativo Android, a Huawei não tornou esta aplicação exclusiva dos seus smartphones porque acredita, de facto, que a tecnologia deve servir o bem estar das pessoas. Como a Story Sign, existe ainda a Facing Emotion, uma aplicação que traduz expressões faciais em palavras ou sons para que os cegos consigam interpretar melhor a conversa com uma pessoa e ganhar confiança em si e nos que os rodeiam. O Huawei P30 Pro vem com um hardware que permite o melhor desempenho de toda a tecnologia de inteligência artificial que tem sido criada. Falamos do smartphone com a melhor câmara do mercado, e com um zoom nunca antes alcançado. Com as lentes e zoom periscópio,  consegue-se um zoom óptico de 5x, um zoom híbrido de 10x e um zoom digital de 50x, permitindo uma captura com detalhe a uma grande distância, revolucionando a forma como fotografamos, mas também como olhamos para o que nos rodeia e para os detalhes.  A lente grande angular permite dar a maior abertura possível, trazendo mais contexto e detalhe ao que estamos a fotografar, ideal para as fotografias de paisagens durante as férias. O modo de noite ilumina qualquer cena, é como se a Huawei oferece-se o Sol à Lua. A bateria pode durar até 48h com um uso moderado e carrega, dos 0% aos 70% em 30 minutos, é uma autonomia nunca antes vista que lhe permite confiar muito mais no seu aparelho. E como se não bastasse o design é elegante, robusto, moderno e sofisticado. Tudo o que uma mulher moderna pode querer para o seu smartphone.

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